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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Comportamento: Dopamina e Serotonina

As substâncias que deixam as mulheres mais felizes


A ciência dá boas notícias sempre para os homens. Eles são menos preguiçosos, mais inteligentes, mais engraçados e o que sobra para nós mulheres?! Somos mais agressivas, mais histéricas... também pudera... mas deixa as reclamações para a próxima!

Mas hoje,  a ciência nos deu uma boa notícia: Nós mulheres somos mais felizes! Parece que tudo tem a ver com duas substâncias, a dopamina e a serotonina e uma enzima que adora degrada-las bem rápido. Nós temos esse último menos ativo, o que faz essas substâncias terem uma vida útil maior no cérebro e nos deixarem felizes por mais tempo. 
Eu não me surpreendi lendo essa reportagem, na verdade muito menos deveriam ter gasto dinheiro fazendo uma pesquisa que ia nos dizer o que já sabíamos. 
Nós mulheres ficamos felizes por muito pouco: felizes porque chegou uma sexta-feira, porque tem uma boa coca-cola gelada na geladeira, porque temos tempo para ler um bom livro ou assistir um bom filme, ficamos felizes porque encontramos uma promoção ótima naquela loja que amamos, porque tem encontro das meninas com pizza e fofoca, porque nosso chefe faltou ao trabalho e pudemos fazer tudo calmamente,  porque perdemos 1kg, felizes até porque deu tempo de fazer a unha na correria do dia-dia-dia! 
Aff... alguém já viu aqui algum homem explodindo de felicidade por coisas tão banais? Parece que a culpa não é deles, nunca é... é da tal da testosterona. 

terça-feira, 26 de junho de 2012

Shit Cariocas Says (ou o famoso Jeitinho Carioca)

Esse vídeo além de retratar várias manias cariocas, mostra a maneira como o carioca leva a vida na cidade maravilhosa. Impossível não se reconhecer em algumas situações, quem é carioca com certeza vai se identificar com alguma parte. E tá, eu sei que nem todo carioca fala essas coisas ou age da maneira retratada no vídeo, mas que atire a primeira pedra quem não conhecer pelo menos 1 que fale essas coisas! É realmente o jeitinho carioca de ser!
Ah, o vídeo é baseado no "Shit New Yorkers Says", daí o nome.

quinta-feira, 29 de março de 2012

No final, tudo depende do ponto de vista

Eu tinha um professor que vira e mexe respondia a uma pergunta com a frase que dá título a esse post. E ainda completava com um "tudo é relativo". Lembro que na época não gostava quando ele respondia essa frase, mas acho que era porque eu não entendia muito bem. Hoje em dia eu entendo e concordo com o tal do relativismo.

Porque, afinal, tudo na vida é relativo. Não acredita? Esse texto da Lia Bock (sim, tô viciada) taí para provar. E quem disser que não se identifica com pelo menos um desses casos tá mentindo (e consequentemente não vai para o céu).

Ele tem uma amante

Isso é: ÓTIMO ( ) BOM ( ) OK ( ) NÃO SEI DE NADA ( ) ou QUEM É A VACA? ( )

O cara é casado e tem uma amante. Fofoca? Denúncia? Merecimento? Vamos aos fatos:

Ele é seu melhor amigo: a mulher dele é chata e frígida. Desculpa, mas ele p-r-e-c-i-s-a!
Ele é o marido da sua melhor amiga: um grandessíssimo filho da puta!!
Ele é o seu chefe: eu não sei de nada... cada um cada um.
Ele é o seu pai: papai nunca foi bom de fidelidade... é um homem libertário.
Ele é seu paquera: ele é casado? juro que não sabia...
Ele é um chato: tomara que a mulher pegue os dois no flagra!
Ele é seu marido: aquela vaca!! sempre deu em cima dele.
Ele é você: Eu?? Nunca faria uma coisa dessas? Não sei quem me mandou esta mensagem! Aquele não era eu... Nunca iria num lugar desses! Você enlouqueceu, eu te amo!

Cada um vê o quer e como quer.

Resumindo: tudo depende do ponto de vista!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

SlutWalk - pela liberdade das mulheres

Foi através de uma reportagem da revista TPM que eu conheci a SlutWalk, ou Marcha das Vadias. A reportagem falava sobre o que acontece quando os homens pensam que a roupa da mulher é um convite. Taí um assunto que eu nunca tinha parado para pensar.
Porque nós já debatemos aqui para quem as mulheres se vestem, e chegamos à conclusão que a maioria das mulheres não se veste com o intuito de agradar aos homens. Então, porque cargas d'água eles acham que quando uma mulher coloca uma mini saia ou um decote, é um convite para eles? Mais ainda: o que leva os homens a pensar que eles têm o direito de insultar, assediar e até abusar das mulheres por causa da roupa que elas estão usando?
Fiquei chocada ao ler na reportagem, que uma jovem brasileira foi agredida por um homem no metrô de Paris após ele ter enfiado a mão por dentro de sua saia e ela ter reagido empurrando-o. Será que teremos que andar de burca? É claro que não! O que tem que acontecer é o fim do machismo - tanto por parte dos homens como por parte das mulheres.
Afinal, quantas vezes você não julgou uma outra mulher pela roupa que ela estava vestida? Quantas vezes não associamos roupas curtas, justas e decotadas ao piriguetismo? E quantas vezes vítimas de abuso sexual foram culpadas pelo ocorrido, pelas roupas que estavam usando?
Aliás, foi por causa de uma declaração infeliz de um policial numa universidade de Toronto/Canadá seguindo essa linha de raciocínio, que surgiu o SlutWalk. Ele afirmou que as estudantes deveriam evitar “se vestir como vagabundas” se não quisessem se tornar alvo de estupros. Em reação à essa declaração, um grupo de feministas criou o movimento. Através da reapropriação do insulto “slut” (vadia, vagabunda), a Slut Walk quer remover o estigma que acompanha o termo.
Atualmente, o movimento existe em diversos países, inclusive no Brasil (a marcha das vadias foi realizada em São Paulo, no ano passado) e o objetivo da marcha é combater o sexismo e o machismo que pune vítimas de crimes sexuais. O objetivo das idelizadoras Sonya Barnett e Heather Jarvis é estimular a conscientização e o diálogo, principalmente dentro das casas, entre pais e filhos, visto que filho e filha, embora criados sob o mesmo teto, tem distintas formas de educação. E, como todos sabem, educação é a base de tudo, né?!

Nós do SLMC apoiamos esse movimento, e você?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Faça amor, não faça pornô!

Atenção! Esse post contém conteúdo impróprio para menores de idade ou pessoas com frescuras.

A inglesa Cindy Gallop criou uma campanha que, num primeiro momento, pode soar estranho para algumas pessoas. Make love, not porn (faça amor, não faça pornô) nasceu baseada na experiência de Cindy. Aos 51 anos, ela começou a perceber nos homens com quem se relaciona – na faixa dos 20, 30 anos – um padrão sexual muito semelhante ao exibido nos filmes pornô. Não, Cindy não faz a linha puritana, muito menos certinha; ela curte filmes de sacanagem, o problema está em transformar esse tipo de filme em cartilha sexual.
O que acontece é que muitos homens, principalmente aqueles que cresceram assistindo filmes pornôs, acham que todas as mulheres gostam de fazer tudo aquilo que eles veem nos filmes. Mas o fato é que nem todas as mulheres são loucas por sexo anal ou gostam de levar gozo na cara, por exemplo. É claro que existem mulheres que curtem ser xingadas durante o sexo ou enfiar o pênis inteiro na boca, mas os homens tem que entender que isso não é uma regra! E cada mulher gosta de coisas diferentes.
Por esse motivo Cindy resolveu entrar numa empreitada contra a pornografia machista e de baixa qualidade, de olho também na educação sexual de jovens e crianças. Ela também defende a mudança dos filmes pornográficos, para que eles sejam feitos com uma qualidade maior, sem mostrar aqueles estereótipos da mulher de cinema pornô, uma coisa mais real e menos fake.
Cindy tem o site make love not porn, e também lançou o livro homônimo. Em ambos, ela traça um comparativo do mundo real versus mundo pornô, sempre com muito bom humor. Sua meta é conseguir investidores para crescer, e colocar essa teoria em prática. E um dos objetivos da campanha é trazer o assunto sexo à tona, afirmando que "é preciso falar de sexo, discutir a pornografia e a necessidade de educação sexual real".
Separei algumas comparações muito legais:
Comece de cima:
Mundo pornô - Tudo que um cara tem que fazer é enfiar os dedos na vagina da mulher e, instantaneamente, ela estará molhada e ansiosa para começar.
Mundo real - É bem mais fácil para um cara ficar excitado quando uma garota vai direto para o pênis, do que é para uma garota quando o cara vai direto para a vagina. Beijar, tocar os seios e lambidas em geral ajudam a deixá-la estimulada. Use como regra: não toque a vagina de uma mulher até que ela peça por isso (mesmo que seja sem palavras).

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A elegância do comportamento

Adoro quando recebo emails legais, engraçados e que me fazem rir. Mas gosto mais ainda quando recebo textos que me fazem refletir.
Foi o que aconteceu com o email que recebi hoje sobre elegância. Mas não essa elegância que você deve estar pensando, e sim sobre a elegância do comportamento. Por isso resolvi dividir com vocês esse texto, que é uma adaptação do trecho do livro "Educação enferruja por falta de uso" de Toulouse-Lautrec, feita por Carlos Augusto Roveri.

A elegância do comportamento
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no dia a dia.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se atende.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade. Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
Atitudes gentis falam mais que mil imagens... Abrir a porta para alguém é muito elegante... Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante... Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma... Oferecer ajuda... é muito elegante... Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante...
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”. Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Comportamento: Photoshopadas

Queremos saber tudo sobre as "photoshopadas"!


Com um pouquinho de cor bronzeada aqui, com uma tirada de manchinha ali, outra ajeitadinha acolá e de repente se tem uma super mulher! Isso tudo só é possível com a grande ajuda do amigo número um das celebridades - o photoshop. Cada vez mais os famosos se tornam dependentes dessa técnica, mas a pergunta é: vale a pena? ou melhor: Isso é necessário? - Um dia desses estava fuxicando na internet quando me deparei com uma reportagem do Msn entretenimento e fiquei chocada com as mudanças que são realizadas através do programa. As famosas ficam super mulheres e nós nos achando horríveis. 
A famosa que mais me chamou atenção foi a Carol Castro. No photoshop retiraram a tatuagem na barriga da atriz (que todo o mundo sabe que ela tem), ainda melhoraram um pouco mais a barriguinha, além da cor mais "verão".  Dizem as más línguas que a atriz ficou uma arara com a liberação da imagem sem photoshop. Mensagem para Carol - "você não precisa de photoshop, somos mulheres e todas nós temos celulite, manchinhas na perna, uma barriga de não-boneca, normal, fofa!'
A "celebridade" ou a semi-esquecida Paulinha do BBB foi mais longe, como estava sumida da mídia, liberou uma foto sua, mais magrinha na praia...passaria tranquilamente se para afinar a cintura a semi-esquecida Paulinha não alterasse o fundo da foto, ou seja, o mar. É um tsunami? Não gente, é a Paulinha tentando esconder as gordurinhas! 
Além de outras coisas péssimas ainda me deparei com a filha de Cynthia Howlett que de tanto photoshop parece mais uma "gremlin" na capa da revista Crescer; sem contar a Penélope Cruz, linda mas gente como a gente em uma foto sem photoshop! 



Meninas, vamos lembrar alguns versinhos de uma música muito famosa que pode nos ajudar a superar a busca por uma perfeição que não existe? - "Outra beleza, outra beleza você tem que põe cama e mesa e mais beleza no mundo também!"

Referências: MSN entretenimento

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Coisas que me irritam pacas

Não sei se alguém assistia ao programa da Fernanda Young, o Irritando Fernanda Young, mas eu adorava. Principalmente o quadro Paca, Pouco ou Picas, onde ela falava uma situação para o entrevistado e ele tinha que responder se aquilo o irritava paca (muito), pouco ou picas (nada).
Lembrando disso outro dia, comecei a pensar e listar mentalmente as coisas que me irritam. Daí resolvi compartilhar aqui no blog, para ver se alguém se identifica, e para provar que eu não sou a irritadinha da estrela.(ok, só um pouquinho).
  • Pessoas mal educadas - acho que educação é imprescindível em qualquer situação. No trabalho, na escola/faculdade, na rua, no ônibus...gente sem educação é o fim da picada. Quer coisa mais chata do que você dar um bom dia/boa tarde/boa noite pra alguém e a pessoa te ignorar?!
  • Gente que não dá descarga no banheiro - tem coisa mais irritante do que chegar no banheiro, levantar a tampa do vaso e ver que a pessoa que foi antes de você deixou um "presente"? Aliás, banheiro feminino é uma coisa que me irrita. Por que as mulheres são tão porcas? Por que fazem xixi fora do vaso? Alguém me explica?!
  • Celular tocando música no ônibus - queria saber o motivo/razão/circunstância pelo qual algumas pessoas teimam em não usar uma coisa chamada fone de ouvido. Porque né, eles foram inventados para isso: você ouve sua música e não incomoda as pessoas ao redor. Pior é quando o colega, não contente em fazer todos ouvirem a música que ele gosta, resolve cantar junto. Vontade de levantar do meu lugar, pegar o celular do dito cujo e jogar pela janela.
  • Cabelo no sabonete - ou pelos, pentelhos ou qualquer outra coisa do gênero. Se o sabonete é só seu, ok. Mas se você compartilha com outras pessoas, custa tirar os pelos quando acabar de usá-lo?
  • Pessoas que falam encostando em você - Isso é sério. Tem gente que tem mania de cutucar. A cada três palavras, uma cutucada. Eu tinha uma vizinha que só conversava assim: falava um pouquinho e encostava no meu braço. Mais um pouquinho, e encostava novamente. No final da conversa, eu estava praticamente encostada na parede! Sempre tive a comunidade no orkut "Fala, mas não me encosta". Me irrita muito.
  • Gente que quer conversar enquanto você está lendo - Você está lá, sentada no seu canto lendo seu livro/revista super concentrada, e chega a pessoa querendo conversar. E o pior: ela só quer jogar conversa fora. Não sei, mas meu avô me ensinou que quando alguém está lendo, ou vendo um filme, eu devo pedir licença para falar, ou então esperar que a pessoa termine. Pessoas que falam enquanto você está falando também me irrita muito. Vovô também ensinou que quando um burro fala, o outro abaixa a orelha.
  • Nextel no viva-voz - Porque ninguém é obrigado a saber da sua vida inteira, no ônibus, às 7h da matina. Sem contar que o barulho do alerta é irritante. Coloca o Nextel no modo privado e deixa os outros dormirem em paz? O coleguinha agradece.
Que eu me lembre é só. Na próxima, vou fazer das coisas que me irritam pouco. Alguém se identificou com alguma situação? Algo a acrescentar? O que irrita vocês pacas?

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dress to impress...who?

Certa vez ouvi a Luiza Brunet falar numa entrevista que as mulheres se vestem para as outras mulheres. Passado um longo tempo, ouvi a mesma frase do meu namorado – para minha grande surpresa. Fiquei intrigada.
Comecei a pensar no assunto, e resolvi perguntar às minhas amigas, para saber a opinião delas sobre o tema. Afinal, você se veste pra quem?
Foi quase unanimidade: - “sendo bem sincera e sem hipocrisia, mulher se veste para impressionar outra mulher” disse minha amiga. Outra concordou, e acrescentou – “acho que a gente faz mais esforço para chamar atenção de uma outra mulher (normalmente a que a gente nao gosta)”. Uma outra amiga disse ainda: - “mulher se veste para outra mulher quando se sente ameaçada”.

Depois de vários emails trocados, as respostas à minha pergunta foram as seguintes:
 - para impressionar outras mulheres
 - para impressionar o namorado/ficante/rolo/ou qualquer pessoa do sexo masculino
 - para agradar à mim mesma

Não satisfeita, lancei outra pergunta: o estado civil faz diferença? Quero dizer, quando estamos solteiras, nos vestimos para atrair/seduzir os homens (dando ênfase em decotes e vestidos curtos) e quando estamos namorando nos preocupamos menos com a opinião masculina e mais com a feminina? Isso procede?
As opiniões ficaram divididas. Umas disseram que não, que se vestem da mesma maneira, independente se estão namorando ou não. Outras disseram que sim, pois quando estão solteiras não abrem mão dos decotes e saltos – pelo menos para ir a night – e que algumas pessoas mudam por ter um namorado ciumento. (isso rende assunto pra um outro post, né?!)
Eu não sei vocês, mas eu me visto pra mim mesma. Eu tenho que colocar uma roupa, olhar no espelho e gostar do resultado, se não, não rola. Às vezes, nem a opinião das amigas, nem a do namorido dão jeito: se eu não gostei do look, podem todos falarem que estou linda, vou lá e troco de roupa (você sabe muito bem como é isso, né baby?!)
É claro que já passei pela fase de colocar uma roupa e ficar pensando, ou até preocupada, com a opinião alheia. Acho que pode até acontecer às vezes, ainda, involuntariamente. Mas, na maioria das vezes, me visto pra mim, sabendo até que quando eu chegar no lugar as pessoas vão me olhar "meio assim", devido ao meu gosto, às vezes fashion demais, como diria uma amiga.

Na verdade, acho que tudo é válido, desde que você se coloque em primeiro lugar. Quer agradar ao namorado, qual o problema? Mas você primeiro, tem que estar satisfeita e feliz com o que está vestindo. Quer impressionar aquela ex-namorada do seu namorado que vai estar na mesma festa que você? Ótimo, mas não se esqueça que ninguém vai te achar bonita, se você mesma não se achar.

E já que eu não escrevi isso tudo aqui à toa, eu quero saber a opinião de vocês!
Afinal, você se veste pra quem?
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